Saldo de Filmes #1

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Filmes salvam a vida de todo mundo, né? O que fazer em um dia meio tedioso? Assistir filme! O que fazer quando se está de ressaca jogado no sofá? Filme. O que fazer quando não se tem ideia do que fazer? Filme! O que fazer em um momento de procrastinação descanso da mente? Filme, filme, filme.

Nas últimas duas semanas eu assisti váaaarios filmes por razões parecidas com essas aí. Só parecidas. Daí que estou com preguiça de falar sobre cada um. Mas vou aproveitar que a última postagem foi sobre um filme e incluir esses como sugestão. Segue a lista dos meus últimos assistidos. Nos títulos tem o link com as sinopses.

1-Doze Anos de Escravidão – Rapaz! Não foi sem razão que esse filme levou a melhor no Oscar. Sem assistir, pelo assunto e pelos atores já valeria a pena arriscar. Depois de assistir, a certeza de ter assistido um ótimo filme. E eu, particularmente, fico contente com tantos comentários e visibilidade em cima desse filme. Falar sobre a escravidão negra nos Estados Unidos é tocar numa ferida gigante e nojenta que, ainda hoje continua aberta. Não só lá, obviamente. Quem assistiu o filme ficou fazendo comparações com a história do Brasil, como eu?

2 – Trapaça (American Hustle) – Primeiro, eu não entendo muito bem os critérios dos tradutores brasileiros para criarem títulos completamente novos, mas ok, é até divertido às vezes. Segundo, o filme: a história é meio clichê, verdade. O filme é muito longo, verdade. Mas eu gostei. Achei que foi um jeito diferente e divertido de fazer um clichê. E dei muita risada em algumas cenas. A história é sobre dois vigaristas que são pegos por um agente do FBI e em um acordo pra se safarem, armam um golpe para ajudar o FBI a pegar outros vigaristas, políticos corruptos etc. O final é ótimo!

3 – Detona Ralph – Não, ainda não tinha visto esse filme gracinha. Que gracinha! To apaixonada e entrou pra minha lista de animações prediletas. Pra quem não viu ainda, a história é sobre um vilão de um jogo de fliperama, que está cansado de ser vilão. Existe um mundo de verdade nos jogos depois que os fliperamas se fecham, sabiam disso? Aprendi em Detona Ralph. Aprendi também que “nunca serei bom e isso não é mau e não há ninguém que eu queira ser além de mim”.

4 – Anna Karenina – Esse era outro que eu estava em dívida. Queria ver desde que saiu no cinema, acabei não indo e não vi nunca mais até agora. Não gostei tanto assim. Mas acho que muito mais por implicância minha que pelo filme ser ruim. Implicância porque li o livro do Tolstói, o qual o filme se baseia e, vamos e convenhamos, pra quem leu um livro, ver sua adaptação é sempre meio decepcionante. Não quer dizer que seja pior, são linguagens diferentes. Além disso, um filme nunca vai dar conta de todos os detalhes do livro (ainda mais um livro do Tolstói!). Mas mesmo sabendo de tudo isso, ainda assim, fica uma pontinha de decepção. Recomendo o filme mesmo assim, adorei como foi feito, meio em formato de peça teatral. E amo a Keira Knightley (Anna Karenina). E o Jude Law, que está meio irreconhecível como Alexei Karenin.

5 – Infância Clandestina – Esse é um filme argentino que tem como contexto o período da ditadura militar. Na mesma linha de “O ano em que meus pais saíram de férias” e “Kamchatka” (também argentino), conta a história pelo ponto de vista de uma criança, o Juan. Seus pais, militantes contra a ditadura, voltam à Argentina depois de alguns anos exilados para retomar a luta política. Mas a família tem que voltar clandestinamente, por isso o título do filme. Filmes com essa temática sempre me interessam, porque acho que é um jeito (entre vários) de manter a memória viva. E isso é necessário.

6 – Mama – Nunca fui muito fã de filmes de suspense e terror. Na verdade, sempre achei a maioria deles engraçada. Mas queria assistir esse por causa da produção do Guilhermo del Toro, gosto dele. Não achei Mama engraçado e não me arrependi de ver. No filme, após anos, duas irmãs são encontradas em uma cabana no meio da floresta. O tio delas leva elas para casa, a fim de cuidá-las, mas junto leva Mama, que é um fantasma-espírito (sei lá) que “protege” as meninas. Não é um filme que te dá sustos toda hora, não é um terror patético e a história, na verdade, é muito boa.

7 – O Quarto Secreto (La cara oculta) – Óia aí a maluquice das traduções. Só descobri que aqui esse filme se chama “O quarto secreto” agora. Esse filme colombiano se chama mesmo “La Cara Oculta” e a mudança do título, pra mim, tira toda a graça. Porque você só vai ter noção de algumas coisas lá pela metade do filme. “O quarto secreto” dá algumas dicas e tira a graça. Mas ok. Filme sensacional! Recomendadíssimo! Com um final de dar raiva, muita raiva. Fiquei meia hora depois de assisti-lo expressando minha raiva. Mas é da raiva boa, porque o filme é bom. Assistam!

E acho que por hoje é tudo, pessoal. Se assistirem ou já assistiram algum desses, vêm aqui falar comigo o que achou.

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