Oi, sumidos!

Se eu não apareço aqui, vocês estão tão sumidos quanto eu. =)

Estou sem tempo nos últimos dias, muito trabalho e pouca organização. Na verdade, é só muito trabalho, porque mesmo se eu quisesse me organizar, não teria tempo para isso atualmente. Hoje estou com uma pequena folguinha aqui, então resolvi passar pra dar um oi. Oi!

Na verdade, acho que até o fim do ano viverei esses dias corridos, então desconfio que minha ausência por aqui vai continuar mais um pouco. Prometo tentar aparecer pelo menos uma vez por semana. Se eu conseguir mais que isso, ótimo, senão, fazer o que, né?

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Deixa eu contar pra vocês a continuação da história do cachorro, que eu comentei AQUI. Uma das ONG’s com as quais havíamos entrado em contato respondeu, falou pra gente levar o cachorro lá no dia seguinte, porque lá estaria um veterinário para fazer cirurgia em outros 5 cachorros e poderia fazer nele também. Eu fiquei desconfiada. Como assim fazer cirurgia sem pedir exames antes? Quer dizer, sem saber do que realmente se trata e tudo mais. A mulher pediu pro enviarmos uma foto do cachorro, pra ela enviar pro veterinário e ele avaliar a situação. Eu estava muito com o pé atrás e comentei com o Cris minhas angústias. Fiquei pensando que, mesmo morando na rua, esse cachorro tem a casa dele. Ele anda por ali, as pessoas dão comida, ele conhece o lugar e se sente segurs. Me dava um aperto no coração tirar ele do lugar em que se sente seguro e levar pra um lugar desconhecido, onde há mais 200 cachorros, pra possivelmente fazer uma cirurgia que não sabíamos exatamente se ele precisava, porque no momento não temos bola de cristal pra adivinhar o que ele tem sem fazer exames. No fundo, eu não queria levar ele nessa ONG porque estava extremamente desconfiada. Mas ainda estava com dúvidas, porque pensei na situação do pobrezinho e que essa talvez seria a melhor maneira de ajudá-lo. A mulher da ONG disse que deveríamos pagar pela consulta e pela cirurgia, mas seria um preço bem barato, o cachorro ficaria lá depois.

Bem, como eu ainda estava com dúvidas, fui com o Cris atrás do cachorro pra tirar uma foto dele e mandar pra tal mulher. Minha ideia era mandar a foto, comentar sobre os exames e, se eles nem falassem na possibilidade de fazê-los, eu não gostaria de levar ele lá, porque não me parecia confiável. Encontramos o cachorro na mesma esquina que ele sempre fica e eu consegui tirar uma foto dele com muito esforço (descobrimos que ele tem medo de celulares!). Então, estando mais perto, vimos que o tumor na cara dele havia diminuído, ainda estava ali, mas estava um pouco menor. Isso quer dizer que não necessariamente era um tumor, poderia ser um machucado inflamado, talvez, algum bicho que o picou na rua. Começou a chover e ficamos com ele enquanto a chuva diminuía. Mais uma vez fiquei fazendo carinho e brincando como ele, que demonstrou uma felicidade enorme, abanando o rabo pra lá e pra cá e pulando em cima de mim. Gente, meu coração não aguenta essas fofurices, queria muito trazer ele pra casa.

Não trouxe porque, como falei antes, não tenho espaço nem condições no momento, mas fiquei feliz de deixar ele feliz e me animei em ver que o que ele tinha no rosto estava diminuindo. Diante disso, decidimos não levar ele na tal ONG. Como eu disse, não pareceu boa a ideia de tirar ele de um lugar em que ele se sente seguro, para um lugar que nem nós sabemos como é direito. Decidimos ficar observando ele, pra ver o que acontece. Então quase todos os dias damos uma olhadinha. O tumor na cara dele diminuiu mais, mas vemos que ainda está machucado. Queremos levar ele num veterinário, por conta própria mesmo, então temos alguns contatos aqui para perguntar o preço da consulta e como seria, já que o cachorro não está com a gente. Confesso que se eu pudesse, já tinha adotado ele há muitos dias, mas não posso. Isso me dá uma tristeza grande, mas estou mais aliviada em saber que a situação dele não parece ser tão grave como tínhamos imaginado.

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Assisti a série The Fall, na Netflix e que série SEN-SA-CIO-NAL. Não vou comentar agora, porque preciso escrever um post só pra ela, provavelmente será minha próxima publicação aqui. Mas já fica a dica.

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Estaremos em pleno feriado prolongado em Cartagena (a partir de amanhã), por causa das Festas de Independência. Na verdade, há vários dias estão acontecendo eventos pela cidade, mas os maiores, digamos assim, acontecerão nesse fim de semana. Como o próprio nome diz, é um momento de celebração da independência de Cartagena, conhecida como “La Heroica”, justamente por seus grandes feitos nas lutas para sair das garras dos espanhóis e essas festas são bem tradicionais por aqui. Na segunda-feira fomos em uma espécie de desfile e tirei algumas fotos e nesse fim de semana vamos em alguns eventos da programação. Depois vamos fazer uma publicação com as fotos e falando das festas lá no Nossa América Latina, mas eu aviso aqui quando isso acontecer.

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Não tenho mais nada pra falar, minha intenção mesmo era contar a continuação da história do cachorro e dar um oi. Então agora vou dar um tchau e a gente se fala em outro momento, porque duas publicações seguidas de falação está fora da programação normal desse blog, não é mesmo?

Inté.

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Um comentário sobre “Oi, sumidos!

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