Assuntos aleatórios

 

Nos últimos dias estava com um pouco de preguiça de escrever, por isso, tudo o que eu queria falar aqui acabou ficando só na minha cabeça mesmo. Na verdade, não é exatamente uma preguiça, é falta de vontade. Depois de trabalhar durante o dia e fazer tantas outras coisas não dá vontade realmente de parar para escrever. Poderia ser diferente se eu fosse um pouco mais organizada na vida, mas ainda não consegui esse grande feito, embora esteja tentando. Sério que estou tentando, mas não é fácil.

Enfim, hoje me deixei com o dia livre de trabalho e resolvi aparecer por aqui. Uma das vantagens de trabalhar como freelancer é poder falar: “hoje não vou trabalhar”. Claro que isso significa menos dinheiro entrando na conta no fim do mês, mas eu tenho certas prioridades na vida. Minha prioridade nesse momento é comprar ingressos para o show do U2. Me julguem, não me importo. A melhor notícia que tive essa semana foi saber que a turnê que vem para a América Latina vai passar pela Colômbia. Sabem quando o U2 veio tocar aqui antes? Nunca. É praticamente um presente pra mim. Estou completamente convencida de que eles falaram: “não podemos deixar a Sarah sem show, vamos pra Colômbia também”. “Sarah, você tá muito louca”. Sim, o U2 me enlouquece. É minha banda favorita no mundo, é a única pela qual eu faço essas loucurinhas. Quem me conhece sabe da minha obsessão.

Eu fui no show de 2011 em São Paulo, foi uma das experiências mais incríveis que tive. Acho que ir a um show de um artista que você gosta é como viajar: vale pela experiência única que você vai ter. Pois bem, esse ano sabia que eles iriam voltar e já estava chateada por saber que eu não ia, porque sem condições de ir pro Brasil de novo por enquanto. Mas qual não foi a minha surpresa em ver Colômbia na lista. Tudo bem, vai ser em Bogotá, vou ter que me deslocar até lá, mas vale a pena.

Hoje começa a pré-venda de ingressos (pra associados do site u2.com). A venda começa daqui a pouco e eu sabia que não ia conseguir me concentrar no trabalho e que precisaria de tempo pra enfrentar a briga que vai ser conseguir acessar o site pra comprar os ingressos. É claro que minhas opções não são muitas, os ingressos estão muito caros! Por isso conto com a sorte de conseguir acessar logo e comprar o mais barato, enquanto ainda tem. Vamos ver. Estou empolgada, mas se no fim das contas não conseguir, também não vai ser o fim do mundo.

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Quero compartilhar coisas legais que li na internet, posso?

Dias atrás li um texto ÓTIMO da Juliana Cunha sobre o filme Aquarius. Para você ler, clique AQUI. Eu demorei para assistir esse filme, um pouco por falta de oportunidade, um pouco por falta de ânimo. Sou dessas que se desanimam com modinhas, desculpe. Assisti o filme. Achei bom. Achei superestimado por uma parte da esquerda, não sabia explicar o motivo direito, porque dentro da minha cabeça é um monte de coisas embaralhadas. Então li esse texto da Juliana e tudo fez sentido. O texto é longo, muito longo. Eu demorei uma meia hora pra ler tudo. Mas, gente, vamos parar também com essa preguicinha de ler, né? Tem coisas que não dá pra explicar em 140 caracteres ou no que chamam de “textão” no Facebook, que geralmente não passa de dois parágrafos. Preguiça intelectual: não apoio. Então se você tem interesse, guarda o link e leia de verdade quando tiver tempo, OK?

Outro texto interessante que li foi esse AQUI sobre Gilmore Girls, especialmente sobre a mais recente temporada, feita pela Netflix. Gostei dessa crítica, apesar de não ter concordado com tudo. Por exemplo, a autora fala sobre o fato de a Rory ter 32 anos e não “ter feito nada com a vida dela”, continuar perdida, enquanto os outros personagens (amigos dela de adolescência e faculdade) terem se desenvolvido e se estabelecido, etc. Segundo a crítica, é porque ela é uma pobre menina rica, que acha que o mundo deve tudo a ela. Mas acho que não é apenas isso. Acho que essa geração (minha geração) de pessoas que tem aí seus 30 anos é meio perdida, sem saber direito o que quer, que se vê em uma idade onde, supostamente, deveria ter uma vida estruturada e ainda não tem. Claro que uma pessoa privilegiada como a personagem Rory não tem muitos problemas em ficar nesse limbo, porque ela tem dinheiro. Mas não acho que seja apenas esse fator. Enfim, tem uma coisa ou outra que não concordo, como falei antes. Acho que sou menos crítica com a Rory, creio que os telespectadores que criaram muita expectativa em cima dela. Mas de maneira geral gostei do texto e por isso compartilho aqui. Se você já viu Gilmore Girls, talvez se interesse em ler.

Por falar em ler, vamos falar de livros.

Comecei a ler o livro de junho do meu Desafio Literário de 2017 e a verdade é que já estou quase acabando. Primeiro, que é um livro curtinho. Segundo, que é uma história bem empolgante e estou lendo de maneira frenética. Tinha me esquecido que os livros da Ágatha Chirstie eram assim. O bom de acabar logo é que vou poder começar outro, paralelo ao desafio. Vou ler o segundo livro da tetralogia napolitana da Elena Ferrante, “História do novo sobrenome”, que quero ler faz tempo.

Não esqueci do livro da Clarice Lispector, que li em maio. Minhas próximas postagens vão ser sobre essa leitura.

O que vocês estão lendo?

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Sei que em algumas partes do Brasil vocês já estão sentindo um anúncio do inverno, mas na Colômbia não existem estações do ano. Em Cartagena é eternamente verão, mas ultimamente o calor está realmente insuportável. Acho que o Cris não aguenta mais ouvir minhas reclamações de como estou morrendo, mas eu realmente estou. Até as pessoas daqui estão falando que o calor está exagerado, imaginem para mim, que não estou nem um pouco acostumada. Tô sofrendo, não vou mentir. Acho que nunca vou conseguir me adaptar a essa cidade, nesse sentido. Hoje amanheceu meio chovendo e nublado, então melhorou um pouquinho. Me mandem sugestões de como sobreviver ao calor? Não vale falar pra eu ir pra praia todo dia, porque não dá, coleguinhas. Infelizmente não dá pra viver de praia e água de coco.

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Vocês falam de Despacito, mas outra música que eu não aguento mais ouvir é “Me enamoré”, da Shakira. Senhor! Acho que por aí não deve estar tocando muito, mas aqui sim. E vou confessar uma coisa: não gosto das músicas da Shakira. Gostava lá no comecinho da carreira dela, faz tempo que não gosto.

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Vou parar porque já não tenho nada pra falar. Faz tempo que tô aqui escrevendo e ainda não consegui comprar o ingresso pro show do U2. Mas não perco as esperanças.

Abraços.

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