Mudanças, organizações e etc.

Dia de falação desenfreada! Tem dias que só quero sentar aqui e escrever o que me vem à mente.

Tudo o que está na minha mente nos últimos meses tem a ver com organizar coisas, organizar a vida, organizar tudo. Me dei conta de que preciso ser mais organizada, se quiser que meu dia seja produtivo. Quando falo em ser produtivo, não quero dizer apenas no trabalho, mas sim que eu consiga trabalhar, estudar, ler, cozinhar, ter algum momento de lazer (porque também é necessário!). Às vezes penso que é muita ambição minha querer conseguir isso, mas vejo a vida de outras pessoas e elas conseguem, então por que eu não poderia? Concluí que tudo tem a ver com organização, separar o tempo e se focar no que tem pra fazer naquele momento, não misturar tarefas e, claro, não querer abraçar o mundo, já que o dia só tem 24 horas, sendo que eu realmente preciso dormir durante 8 delas para ser alguém na vida. Enfim, estou nesse processo de tentar colocar ordem nos meus dias, mas para mim isso não é muito fácil. Sei lá, é algo no meu cérebro, ele não funciona de maneira ordenada. Tanto é que escrever é justamente um exercício que faço para conseguir organizar meus pensamentos e sentimentos, porque se eu deixar meu cérebro agir como ele quer, vou ser tipo essas pessoas que saem pela rua falando sozinhas, no mínimo. No futuro eu conto se consegui ser bem sucedida nisso tudo, por enquanto não vejo que estou no nível em que quero estar, mas estou caminhando.

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Mudei de casa, para o apartamento do lado. Mudança sempre é cansativa, mesmo que você apenas tenha que arrastar as coisas pelo corredor. Tirar tudo do lugar, colocar num lugar novo, furos pra fazer nas paredes, instalações de coisas, poeira, ver o que você está guardando até hoje e não sabe o porquê, imprevistos inconvenientes, etc. Foi um final de semana + feriado de segunda-feira bem cansativo, mas deu tudo certo. O mais legal de nos mudarmos pro apartamento do lado é que continuamos perto do cachorro da vizinha de cima, que vive entrando na nossa casa pra passar o dia, porque aparentemente ele gosta mais da gente que da família dele. Na verdade, devo dizer, um dos principais motivos de a gente querer continuar por aqui foi esse cachorro. Parece bobeira pra quem não gosta de cachorros e não sabe como é a relação com um bichinho. Mas se você gosta de animais, você vai me entender.

Eu amo cachorros, vocês já sabem disso, porque já falei aqui várias vezes. Mas infelizmente não podemos adotar nenhum por enquanto, então a companhia desse vizinho querido é uma alegria pra mim. Ele é meu cachorro emprestado, me faz companhia quando estou sozinha durante o dia (trabalhar em casa é muito solitário). Já me apeguei a ele e a ideia de nos mudarmos pra longe estava me deixando meio triste. Felizmente continuamos com nosso cachorro emprestado.

Nessa coisa de me mudar, fiquei pensando como seria interessante se existissem casas já totalmente montadas: com todos os móveis, decoração, etc. Quando fôssemos nos mudar, apenas levaríamos nossa roupa e pronto. Seria muito mais fácil e sem dores de cabeça. Será que no futuro teremos algo parecido com isso?

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Coisas interessantes que vi na internet no último mês:

– O blog Dentro da Chaminé: é um blog com análises de filmes e séries. Mas, veja bem, não são textos com resenhas ou críticas superficiais, o autor realmente faz análises muito interessantes sobre essas obras de ficção. Os textos são longos, mas não importa. Já comentei que aqui não incentivo a preguiça intelectual. Vivemos numa época em que escrever mais de 140 caracteres virou textão e as pessoas realmente têm preguiça de ler, se contentam com títulos chamativos e manchetes sensacionalistas. Mas, caras, não dá pra viver assim. Precisamos ler mais, pensar mais. Enfim, se você gosta de filmes e séries provavelmente vai gostar desse blog.

– Ultimamente tenho deixado o Spotify tocar o que ele quer, para ver se descubro músicas e artistas novos e não fico escutando sempre a mesma coisa. Foi assim que ouvi essa versão de Careless Whisper, do George Michael. Música velha, né, gente? Na verdade, não é nem da minha época, é uma música dos anos 80. Mas eu curto. Enfim, a versão é de uma cantora chamada Nataly Dawn. Uma versão calminha-indie-folk-melancólica. Eu gosto de ouvir versões diferentes da mesma música e curti bastante essa, por isso vou compartilhar com vocês. Aliás, ela tem um canal no YouTube, com versões de outras músicas, vocês podem ouvir/ver AQUI.

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Já estou lendo o livro de julho do meu desafio literário desse ano, que é o livro “Sangue Negro”, da escritora moçambicana Noémia de Sousa. Na verdade, esse seria o livro de agosto, mas como ainda não tinha o livro de julho em mãos quando começou o mês, troquei ele na lista. A ordem não faz muita diferença. Mas vou atualizar a lista depois.

Terminei de ler “História do novo sobrenome”, da Elena Ferrante, que não faz parte da lista do desafio, foi uma leitura paralela. É o segundo livro da série napolitana da autora, e eu gostei muito mais que o primeiro, “A amiga genial“. Mas depois falo sobre esse livro aqui, porque tem muita coisa pra falar.

Terminei também o livro de junho, que foi “Hora Zero”, da Ágatha Christie. Acho que na próxima semana apareço aqui pra falar sobre essa leitura.

O que vocês estão lendo?

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Acho que por hoje é só de falação. Até a próxima!

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