Papos aleatórios + Sebinho Sarices

Oi, pessoas!

Tem um tempinho que não venho falar aleatoriamente, então resolvi fazer isso hoje. Na verdade, esses dias ando meio desanimada para escrever qualquer coisa por aqui e soma-se a isso a eterna falta de tempo, é um combo perfeito. O desânimo vem de um monte de questões pessoais que estou tentando colocar em ordem, além de tudo o que tem acontecido em nosso país. Aliás, as eleições estão se aproximando e parece que o caos está instaurado. Vocês têm essa impressão também? Confesso que estou com um pouco de medo do que pode acontecer e bastante preocupada. Cada dia é aquele exercício de respirar fundo e tentar viver o hoje, porque expectativas demais podem ser enlouquecedoras. Vocês já pensaram nos candidatos que irão votar? Se eu puder dar uma sugestão, pensem bastante nos deputados e senadores. Acho que já subestimamos bastante o legislativo até hoje e vejam onde estamos.

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Vou passar por uns processos seletivos em breve. Ainda não contei nada aqui no blog, porque, sei lá, acho que só quero contar depois que tudo isso acabar. Prometo contar mesmo que eu não passe em nada, porque tem a ver com um processo de mudança que acho que outras pessoas podem se identificar. Depois de tudo o que já vivi academicamente (contei aqui no blog), se tudo der certo, será uma mudança importante e estou empolgada. Mesmo sem saber ainda do que se trata, torçam por mim, por favor. Nessa reta final estou me organizando para estudar intensamente. Por isso pode acontecer que eu falhe alguma semana com minhas publicações e me atrase com meu desafio de leitura desse ano. Gostaria de ser mais organizada para isso não acontecer, mas ainda não cheguei nesse nível.

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Por falar em desafio literário, já estou atrasada, na verdade. Li o livro de agosto, mas o de julho, que é “Um defeito de cor”, ainda não consegui acabar. Estou lendo lentamente e confesso que me arrependi de ter colocado um livro tão enorme na lista (embora esteja apaixonada por ele). Eu realmente achei que conseguiria ler a tempo, mas não tem sido o caso. Então resolvi continuar a leitura dele em setembro e jogar o de setembro para a frente. Tá tudo bagunçado, eu sei, mas não vou pedir desculpas por isso. Primeiro porque, antes de tudo, é uma meta de leitura pessoal e por mais que queira compartilhar essas leituras aqui para incentivar outros a lerem (e amo fazer isso), às vezes existem questões um pouco urgentes na vida que, honestamente, vou priorizar antes de terminar um livro rápido só para postar aqui no blog. Segundo, porque no final todas as leituras serão feitas e todas as publicações também, ainda que eu me atrase. Então pronto, paciência. Vou no ritmo que posso ir nesse momento e sem frustrações por isso.

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Por fim, já que estamos falando em livros, quero apresentar para vocês o meu sebinho. Há um tempo venho passando por várias “sessões de desapego”, se podemos dizer assim. Doando ou jogando fora coisas que não uso mais, ou que já não servem e estão guardadas ainda sabe-se lá por quê. Isso é bem libertador, vocês já tentaram fazer? Todos esses processos de mudanças (geográficas mesmo) têm me ajudado muito em fazer isso. Primeiro fui para a Colômbia só com uma mala de roupas e deixei muita coisa guardada na casa dos meus pais. Cada vez que eu retornava, me livrava de um pouco de objetos, roupas, textos da faculdade que nunca iria reler. Percebi que se fiquei tantos meses sem aquilo é porque realmente não precisava. Na Colômbia me casei, tinha minha própria casa e mesmo tentando não acumular muito (porque sabíamos que não ficaríamos ali), tínhamos uma quantidade razoável de coisas que tivemos que deixar lá ao voltar para o Brasil (não compensava pagar uma mudança). Chegando aqui, numa nova análise dos meus pertences, já passei para a frente ou joguei fora mais um monte de coisas. Se você ainda não fez algo parecido, experimente fazer. Há uma sensação de leveza inexplicável em não guardar o que não tem mais utilidade, em se desapegar de objetos que, na verdade, não servem para nada além de ocupar espaço e poeira.

Pois bem, revisando meus livros, DVD’s, etc., encontrei alguns que já passei para outras pessoas próximas de mim, mas outros estão meio emperrados por aqui. Resolvi oferecê-los no meu blog, porque sei que os visitantes aqui podem se interessar por uma coisa ou outra. O que é algo já sem utilidade para a gente, pode ser uma joia rara para outra pessoa. Decidi deixar uma página fixa no menu do Sarices, para facilitar.  Lá coloquei todas as regras e fotos de tudo o que está disponível. Vou deixar essa página sempre ali, porque pode ser que ao longo do tempo eu acrescente outros itens (e sempre que acrescentar algo novo, avisarei). Sobre os preços, alguns livros estão gratuitos, vou cobrar apenas pela taxa de envio. Mas, enfim, entrem lá na página que tudo está explicadinho.

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Por enquanto é isso, termino minhas falações de hoje por aqui. Semana que vem, se tudo der certo, volto com a leitura de julho (que na verdade é de agosto) do desafio literário.

🙂

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6 comentários sobre “Papos aleatórios + Sebinho Sarices

  1. Estou torcendo!! Não sei qual será a mudança mas que seja um processo de aprendizado, dando certo ou não. Sobre desapegar mais, concordo muito. A dificuldade é justamente dar um bom destino às coisas. Fiz um sorteio de livro lá no meu blog (um livro que eu tinha duplicado), mas a pessoa depois não foi buscar…rs Então cada doação vira um “trabalho”. Acho que vou colocar na prateleira da biblioteca do IFCS e deixar que cada pessoa pegue o que quiser… boa sorte no seu sebinho e, principalmente, nos exames! bj

    • Obrigada pela torcida, Karina! Achei ótima a sua ideia de deixar os livros na biblioteca, acho que vai funcionar melhor que esperar as pessoas buscarem, rs. Eu estou pensando em levar alguns para uma biblioteca pública aqui perto, não sei é só chegar e doar, tenho que descobrir como é. Mas resolvi primeiro oferecer aqui, vou deixar um tempo e o que não sair, vou entregar na biblioteca também. Um abraço!

  2. Oi Sarah!! Mis mejores energías para ti en todos tus proyectos y que el resultado sea el mejor para tu crecimiento en todos los aspectos… Interesante ese tema del desapego, yo hace un par de años atrás comencé ese proceso y sin lugar a dudas la vida se torna diferente, se siente cierta liberta, aunque siendo sincero siempre apunte al minimalismo. Saludos desde Colombia.

    • Hola, Luis! Gracias por tus buenas energías. El propio proceso de invertir tiempo y energía en un proyecto ya proporciona un gran crecimiento, estoy feliz con mis decisiones. Desapegar es de verdad muy libertador, aún más cuando se trata de objetos, cosas que son a penas eso: cosas. Creo que yo también siempre fui un poco minimalista, pero últimamente pienso mucho más en este asunto y en mi relación con los objetos, el dinero, qué comprar, por qué comprar…
      Saludos a ti y te esperamos por acá.

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